(kaveh steppenwolf)
amarga esta manhã azul
aos olhos-cristais secam jardins na linguagem
ao aspergir tinta-da-china para as raizes hibernadas
& a noite na exclência da cabeça-verme-serpenteado
escancara as janelas dos ciprestes-cemitério-mármore
deixa gemer o ferro dos portões que soem trovões para todos os abismos-ouvidos
desta genética surgem milhões de acrobatas-sombra nos impossiveis vértices da lua
& munidos de gigantes latas de spray-tinta-sangue escrevem MEDO na parede-carne
um poema do esófago
Sobre esta entrada
Está neste momento a ler “”, uma entrada de fumo de carvão
- Publicado:
- Julho 18, 2009 / 11:04 pm
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